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Sob pressão dos Estados Unidos e de países produtores de petróleo, a Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês), volta a se reunir, nesta semana, para decidir se adota, em caráter terminativo, um acordo global para reduzir as emissões de navios até atingir o net-zero em 2050. O Brasil considera o arcabouço regulatório um passo decisivo a menos de um mês da COP 30, em novembro, além de uma oportunidade para os biocombustíveis produzidos em território nacional. A agência da ONU para temas do mar aprovou, em abril, um acordo histórico que prevê multas de US$ 100 a US$ 380 por tonelada de dióxido de carbono não abatida, além de um fundo bilionário para financiar a transição energética. Caso adotadas, as regras entram em vigor em 2027.

Valor Econômico

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