Foto: Reprodução
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“A brutalidade não pode ser um instrumento da ação humana, muito menos dirigida a trabalhadores”. Com essa declaração, o coordenador geral do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) comentou a ação orquestrada pelo diretor geral da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), Maurício Rosa Lima e o Inspetor Geral da Guarda Civil Municipal, Alisson Correia, que covardemente atacaram colegas professores da rede pública de Salvador, na última terça-feira (07), na frente da Secretaria de Educação do Município (Smed).

Empenhados em esvaziar o protesto dos servidores municipais em greve, os dois representantes da Prefeitura de Salvador estiveram em locais onde estavam sendo realizados esses atos com a clara intenção de ameaçar os trabalhadores. Antes da desastrosa ação na Smed, o diretor Maurício Rosa esteve na frente da Secretaria Municipal de Gestão (Semge), no Vale dos Barris, onde tentou dissipar o protesto e encontraram o repúdio dos presentes. Insatisfeito, o diretor da Semop seguiu para a Smed e protagonizou o espetáculo dantesco e de total despreparo com a passividade do inspetor geral da GCMS, a quem caberia conduzir sua tropa.

“Enxergamos cenas que demonstram o descaminho na Guarda Municipal que é consequência da presença indevida desse senhor (Maurício Lima) que é estranho à corporação de acordo com a Lei 13022/14. Ele não pode ostentar a envergadura de nossa farda, pois não é guarda civil municipal. Um burocrata despreparado que destila um ódio contra senhoras, educadores e trabalhadores não pode estar no serviço público sob qualquer circunstância”, disse Carianha que também é guarda municipal.

E continua: “Intriga a passividade e omissão do inspetor geral a quem caberia conduzir a Guarda Municipal ao submeter-se ao diretor Maurício Lima e deixar que aconteça umas das mais desastrosas ações da Guarda Civil Municipal. Essa submissão tem causado prejuízos à instituição e repúdio na sociedade, por conta de uma situação bancada pelo prefeito ACM Neto (DEM)”. 

A direção do Sindseps aguarda o final da apuração prometida pelo prefeito e cobrará as providências, principalmente no que diz respeito à presença do diretor Maurício Lima à frente da Guarda Civil Municipal que notadamente conduziu a ação violenta contra os professores.

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